Avril: The Best Damn Thing!


Como eu já disse aqui outras vezes, eu sou fã de Avril Lavigne.

Não daqueles que só ouvem algumas músicas e dizem gostar muito do cantor. Eu realmente gosto da Avril Lavigne. Gosto dela, do jeito dela lidar com a carreira, com a vida pessoal, com a interioridade dela. Mas não sou desses que acompanham os porres dela. O que ela faz na vida pessoal dela é problema dela; se bebeu, se fumou, beijou, casou e divorciou, se tá namorando, se foi vista com alguém, se fez topless, são coisas que não me interessam. Eu gosto do trabalho da Avril Lavigne. E ponto.

Já fui criticado por isso. Desde os olhos de canto até o clássico "você não tá meio velho pra gostar de músicas da Avril, não?". É, realmente devo ser um dos únicos fãs da Avril com mais de 21 anos. Mas isso não me impede de gostar dela. Na verdade tenho quase a mesma idade dela, e comecei a gostar das músicas dela quando ela ainda era novidade, com o primeiro CD, e quando I With You ainda era tocada em todas as rádios. Não gosto de fechar a música em rótulos: música de jovem e de adulto, antiga e moderna, de homem e de mulher, e outros vários que criam. Pra mim a música se divide em boa e ruim. A ruim eu descarto. A boa eu aprecio.

Desde que ela se lançou como cantora, a Avril passou por muitas mudanças. Do primeiro CD, Let Go, onde ela se apresentava a legítima menininha punk americana, até Girlfriend, onde ela se mostra a moça cheia de autoconfiança, ela passou por mudanças não só no estilo de cantar, mas na personalidade dela. Como ela mesma disse numa entrevista, ela cresceu e o estilo de adolescente punk ficou pra trás. As letras que antes mostravam uma menininha rebelde, introspectiva e com medo do próprio futuro desconhecido passaram a mostrar uma Avril adulta, com uma autoconfiança que assustaria qualquer homem "pegador".


Eu gosto de todas as fases da Avril. A fase "menina roqueira" combina muito com meu lado introspectivo. No segundo trabalho, Under My Skin, Avril se mostra muito confusa com o que a vida lhe reserva ("eu sou pequena e o mundo é grande, e tudo está se movendo rápido demais"). Ela é ainda a adolescente que não consegue lidar muito bem com o fato de estar crescendo, e deixa isso transparecer muito claro nas letras dela.

Já o terceiro CD Girlfriend foi a "fase de transição" dela. Essa foi a forma que a Avril encontrou pra dizer "hey, pessoal, eu cresci!". Da menina para a adulta autoconfiante. Girlfriend é cheio de músicas dançantes, daquelas que você ouve no carro, no iPod e canta, dança junto. É um CD alegre.

E eis que agora ela lana o novo CD, Goodbye Lullaby. Ainda não ouvi, por isso não vou comentar ainda, mas prometo trazer minhas conclusões assim que tiver ouvido todas as músicas.

5 comentários:

  1. Concordo com sua opinião de não ter idade para gostar dela. Só acho ela um pouco fraca digamos. Ouço muita música e acho a Avril bem sem sal, muita produção e pouco conteúdo. Mas gostos não são discutidos não é mesmo? abração amigo

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  2. na sua descrição esta esta mais para uma "Wanessa" do que qualquer outra coisa. E a estoria do rock gótico, que é do demonio e tal?

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  3. Bem que vocês poderiam se identificar, não é?

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  4. Prefiro não me identicar, tenho medo de fãs...

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  5. Haha de boa, não sou desse tipo de fã. Penso que cada um tem sua opinião, e deve ser respeitada.

    Falei pra se identificar pq comentários anônimos me causam má impressão.

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