Abraços Partidos


Hoje assisti "Abraços Partidos", produzido por Pedro Almódovar e protagonizado por Penélope Cruz e Lluis Homar. O filme se passa em duas épocas distintas: em meados dos anos 90 e em 2008, com histórias que mesclam o amor pelo cinema com paixões interrompidas.




No filme, o diretor de cinema Mateo Blanco (Lluis Homar), depois de vários acontecimentos, resolve adotar o pseudônimo de Harry Caine, e conta a Diego, seu assistente e filho de sua produtora e fiel amiga Judith sua historia até então mantida em segredo absoluto. Nessa história, Mateo fala de seu amor pela atriz Lena (Penélope Cruz), amor nascido durante o set de filmagens de um filme chamado "Chicas y Maletas" (garotas e bolsas). Lena é casada com um magnata que, atormentado pela ideia da traição, tentará usar seu poderio para impedir a conclusão e o lançamento do filme. "Abraços Partidos" é uma história incrível de um amor marcado pela intensidade, pelo sexo e pelos ciúmes, que foi interrompido brutalmente.



Usando da técnica do filme dentro do filme, Almódovar circula com uma fantasia que o diverte: a inspiração (ou até mesmo tesão) que as musas provocam nos diretores. O resultado final é um filme de ótimo bom gosto, com cenas perfeitas, elenco fantástico e trilha impecável. Como se não bastasse a trama ser ótima, ver Penélope Cruz quase totalmente nua não tem preço...

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